Não há como negar. Dentro de pouco tempo não mais existirão livros impressos.
Não me olhe assim, é a verdade!
Não, eu não sou do tipo saudosista e nem fã de carteirinha das modernidades.
Sou apenas realista.
Quer saber o que eu prefiro? Ok. Prefiro, sim, o bom e velho livro de papel.
Gosto de manuseá-los, tê-los em minhas estantes, olhar para eles. Saber que os possuo. Cada página contém uma história.
Daqui a algumas gerações os livros serão punhados de entulhos amontoados em velhas bibliotecas do passado.
Já disse pra não me olhar assim, a culpa não é minha!
E não me venha com essa de que com o livro isso não acontecerá.
Disseram o mesmo sobre a máquina de escrever, os filmes fotográficos, o videocassete e a lambada.
O mundo digital e suas modernidades engolirão o mais importante instrumento de revolução/transformação/educação da história da humanidade.
Claro que ele continuará existindo num outro formato, mas não terá o mesmo romantismo.
Você não emprestará um livro. Compartilhará um arquivo digital.
Tá bom sou saudosista.
Terei que aceitar.
E declarar (mesmo contrariado): viva o iPad!

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