Não é novidade que a vida está em constante movimento.
Como diria Lulu Santos “tudo passa, tudo sempre passará”. As tecnologias avançam e as coisas em nossas vidas se transformam no intervalo de um filme do Martin Scorsese.
Aprender sempre é uma das virtudes dos habitantes do século 21.
Cada dia surge um novo aplicativo, uma nova versão de um programa, um novo game do Facebook, um revolucionário aparelho de última geração que se tornará obsoleto antes do final de semana.
Parece que nossa capacidade de adaptação às novidades torna-se cada dia mais apurada.
Aprendemos a mexer nas parafernálias eletrônicas que um dia ainda dominarão o mundo (Matrix / O Exterminador do Futuro / Eu, Robô), mas não sabemos como nos relacionar com a pessoa que está ao nosso lado.
Não somos capazes de dizer “eu te amo” ou “você é importante para mim”.
Estamos desaprendendo a conviver.
E a um passo de nos transformarmos em máquinas.

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